Eduardo Souto de Moura, formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, é um dos mais famosos arquitetos portugueses da atualidade. No Dia do Arquiteto, que marcou o encerramento da Revestir 2010, ao lado do holandês Lars Spuybroek, e dos argentinos Eliana Bormida e Mario Yanzon, apresentou os seus mais recentes projetos ao falar sobre o “Dinamismo de formas”.

O arquiteto português Eduardo Souto de Moura
O arquiteto iniciou sua apresentação com seu mais recente projeto, o de uma casa simples de três pisos no Porto, com custo estimado em 80.000 euros. A casa foi projetada para ser construída a partir de processos tradicionais para tornar o custo acessível ao cidadão português, principalmente em tempos de crise econômica.

Centro de Arte Contemporânea Graça Moraes, em Bragança
Ele também apresentou o projeto do Centro de Arte Contemporânea Graça Moraes, em Bragança, construído num edifício do século XVIII, totalmente recuperado para receber as novas funções. “O importante não era construir um museu numa casa do século XVIII. O principal era que a proposta do museu criava novas funções na cidade, com uma galeria para exposição de arte contemporânea”, disse.

Museu Paula Rêgo, em Cascais, e suas pirâmides vermelhas
Souto de Moura apresentou ainda o processo de escolha do local, das formas e dos materiais utilizados na construção do Museu Paula Rêgo, em Cascais, com duas pirâmides vermelhas. “Um dos meus traumas como arquiteto é abrir portas nas paredes. Outro trauma é fazer fachadas”, afirmou.











1 comentário
adoro as obras de siza vieira, pois é um grande artista, sem iguel….